Archive for 13/07/2009

Phoebe in Wonderland

PHOEBE IN WONDERLAND é o debute de Daniel Barnz como diretor e roteirista. Seu filme narra a vida de uma garotinha abençoada (e amaldiçoada) pela sua imaginação fértil, num conto que oscila entre o mundo dos sonhos e pesadelos, fantasia e realidade, alternando um surrealismo lírico com tons mais problematicos.

A fita é uma fábula cativante sobre uma menina de 9 anos de idade, chamada de Phoebe Lichten que manifesta uma desordem obsessiva-compulsiva e fica incapaz de cumprir ou seguir regras. Como sonhadora, ela é uma garota de bom coração, sensível, perplexa pela sua falta de habilidade em entender o mundo real, que, obviamente, é regido por normas, leis, regras e regulamentos, através dos pais, professores, colegas e amigos.

Bastante esquematizada, a narrativa descreve como os adultos interagem com Phoebe, ora encorajando suas fantasias e independência e ora, lhe oprimindo e reprimindo. Em outras palavras, o filme batalha em duas frentes, pela censura e inspiração, ao pregar pela conformidade, mas também pela individualidade e se perde em ambas.

Os pais de Phoebe, Hillary (Felicity Huffman) e Peter (Bill Pullman), são ambos acadêmicos e contra-pontos entre si: Peter é um autor publicado, mas Hilary é uma mãe dedicada que ignora sua tese de mestrado, que ironicamente é sobre “Alice no País das Maravilhas”. Trata-se de uma família comum que faz o que a maioria das famílias fazem, levando suas responsabilidades e reclamando de suas condições.

Na escola, Phoebe vive em companhia da Sra. Dodger (Patricia Clarkson), uma professora de teatro excêntrica, mal vestida, que é o avesso da rígida burocracia do diretor da escola (Scott Campbell, marido de Clarkson na vida real). Não podendo se ajustar, Phoebe se perde num mundo de faz de conta, um mergulho alternativo no País das Maravilhas e é justamente “Alice no País das Maravilhas”, a peça ensaiada por Phoebe na escola (Ela naturalmente é Alice).

Entretanto, suas condições psicológicas e mentais vão se deteriorando e refletindo num comportamento anti-social estranho, através de suas pequenas manias, como contar seus passos, saltar pelas escadas, cuspir nos colegas e outros tantos acessos de raiva.

O elenco se sobressai. Elle Fanning (a irmã caçula de Dakota) se destaca como Phoebe e também num trabalho de estréia, a exemplo de seu diretor, vive uma pequena odisséia sem parecer condescendente, engraçada ou precoce.

PHOEBE IN WONDERLAND é um filme que namora em essência e temática com CORALINE E O MUNDO SECRETO e O LABIRINTO DO FAUNO, estórias cuja imaginação das protagonistas antagoniza diretamente com a cultura em geral, refletindo sempre como anormalidade. Mas a falta de foco do trabalho de Barnz compromete o resultado final. Em certos momentos, o filme até captura vivamente o processo da menina em se autodescobrir, sua viagem em direção a auto-aceitação social, mas, então, o roteiro patina em falta de objetivos e em cima do muro cai no lugar comum.

Thanks http://spoilermovies.com/

13/07/2009 at 5:30 pm 1 comentário

Elaine, originalmente estilosa

A convite da Jê, vim falar um pouquinho sobre mim, meu estilo, as coisas que gosto…
Sou advogada de uma empresa que tem filiais em todo o país… então divido meus dias entre os 4 cantos do Brasil… num dia estou em Porto Alegre, no outro já acordo em João Pessoa… correria total…
Por isso, por ficar tão pouco em casa, por viver carregando malas, meu estilo é basicamente um: confortável.
Adoro tudo que dá pra tirar da mala e vestir. Roupa complicada, que tem que passar em hotel, não entra no meu guarda-roupas. Roupa que aperta então, nem pensar!!!
Nesse tempinho gelado, quanto mais macio e quentinho, melhor… Vivo empacotada! Sou super friorenta…
Só o que não é confortável e que não consigo abrir mão são os sapatos de salto. Quanto mais alto, quanto mais fino o bico, mais eu quero ter! Claro que termino os dias todos sonhando com as havaianas… e é o que eu uso em casa! Aliás, a melhor roupa do mundo, pra mim, é a que uso nos meus momentos de relax… aquelas 100% confortáveis de quando sento pra fazer scrap, pra ver tv fazendo um bordadinho, pra pintar tudo que vem pela frente, pra passar a tarde lendo um livro que me encante… E as roupas de cotton pra caminhar com os cachorros, andar de bicicleta… Enfim, minha preferência é pelo básico. Se tiver um coloridinho, perfeito!!!
Pra mim não tem nada melhor que esses momentos em família! Os dias em casa, com marido, cachorros, sobrinhas…Visita de mãe… Passar a tarde batendo papo com as amigas e tomando um cafezinho… Um vinho a dois, à noite… Enfim, as coisas simples… e eu tento mesmo simplificar, aproveitar, relaxar, sempre que dá! Porque esses momentos não têm preço, e acabam sendo a razão de tudo que a gente faz, e o que mais importa na vida!.
 
Jê, obrigada pelo convite, e por colorir de forma especial nossos dias!!!

beijos a todas,
Elaine
http://www.artesepaixoes.blogspot.com/

13/07/2009 at 8:31 am 2 comentários


Puxem a cadeira, sentem-se, a água do café ainda está fervendo e enquanto isso vamos juntas trocar figurinhas sobre o fazer sem o saber.

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